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Espaço Mata Atlântica

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Ao entrarmos no espaço, somos imersos em um cenário com elementos dessa floresta vibrante, com ilustrações lúdicas da fauna e flora, apoios textuais que descrevem conceitos importantes e referenciam os serviços ecossistêmicos, os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) e o quanto esse bioma resiste às ações humanas.

Para uma abordagem mais sensorial, folhas, sementes, sons, cheiros e diversos animais de pelúcia representam espécies importantes da Mata Atlântica, aproximando crianças e adultos da fauna local. Um Cambucizeiro, espécie tombada pelo órgão de patrimônio Andreense, também é representado no espaço.

Vale lembrar que o município de Santo André/SP possui quase 62% do seu território na macrozona de proteção ambiental e parte dele preserva um fragmento deste bioma, que se une ao contínuo florestal significativo para a macrometrópole paulista.

O Espaço Mata Atlântica busca inspirar uma conexão profunda com o meio ambiente, reforçando a ideia de que a saúde deste bioma está diretamente relacionada à qualidade de vida dos cidadãos. É um convite à reflexão sobre o nosso papel na proteção e conservação desse valioso patrimônio natural.

A curadoria técnica e pedagógica do espaço foi realizada pelas equipes da EMEA Parque Tangará e do Instituto IPRODESC, com objetivo de ampliar possibilidades no desenvolvimento de objetos de aprendizagem junto às crianças e estudantes da Rede Municipal de Ensino de Santo André, além de possibilitar novos recursos expositivos de educação ambiental em ações com a comunidade escolar e munícipes.

A Mata Atlântica, uma das florestas mais rica em biodiversidade do planeta, é a floresta mais devastada do Brasil

A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados.

Apesar de já ser o bioma mais devastado do Brasil, os dados de 2024 mostram que o desmatamento ainda representa uma grande ameaça para o futuro da Mata Atlântica e, consequentemente, de todos nós, já que abriga cerca de 70% da população brasileira e sustenta mais de 80% do PIB nacional.

Dela dependem serviços essenciais como abastecimento de água, regulação do clima, agricultura, pesca, energia elétrica e turismo.

Hoje, restam menos de 3/10 da floresta que existia originalmente nesse bioma, o que torna urgente a atuação humana na conservação e recuperação ambiental, na proteção da água, da biodiversidade e dos ambientes marinhos associados.

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Cobertura original x remanescentes atuais da Mata Atlântica.

Fonte: SOS Mata Atlântica

Referência: Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica (2024), uma colaboração entre a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Disponível em: https://sosma.org.br/iniciativas/atlas-da-mata-atlantica/

Nome popular X Nome científico das espécies

O nome popular é aquele que as pessoas conhecem e utilizam comumente, para nomear seres vivos, como cotia, jacaré, papagaio.

Já o nome científico representa a espécie de forma padronizada para facilitar a comunicação de diversos profissionais, como os veterinários, os zoólogos, os botânicos e todos aqueles que estudam os seres vivos.

O sistema atual de nomenclatura científica é aceito em todos os países e identifica cada espécie por dois nomes em latim: o primeiro, em maiúscula, é o gênero, o segundo, em minúscula, é o epíteto específico. Os dois nomes juntos formam o nome da espécie.

A exemplo da orquídea Chuva-de-ouro, no nome científico da Oncidium sp., "Oncidium" é o gênero. O gênero é seguido de "sp." (abreviação de espécie) ou "spp." (abreviação de espécies) quando a espécie não foi identificada.

Uma curiosidade: o gênero Oncidium tem mais de 300 espécies reconhecidas, sendo que no Brasil, existem aproximadamente 100 espécies diferentes.

Conheça mais sobre algumas espécies representadas no Espaço Mata Atlântica

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Alma-de-gato - Piaya cayana

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Anta - Tapirus terrestres

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Beija-flor-de-peito-azul - Chionomesa lactea

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Bromélia Estrela-escarlate - Guzmania lingulata

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Cambuci - Campomanesia phaea

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Capivara - Hydrochoerus hydrochaeris

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Cutia - Dasyprocta sp.

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Falsa-coral - Oxyrhopus sp

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Gambá-de-orelha-preta - Didelphis aurita

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Jacaré-do-papo-amarelo - Caiman latirostris

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Mico-leão-dourado - Leontopithecus rosalia

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Muriqui-do-sul - Brachyteles arachnoides

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Suçuarana / Onça-parda - Puma concolor

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Orquídea Chuva-de-ouro - Gomesa ranifera

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Periquito-rico - Brotogeris tirica

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Samambaia/Pteridófita - Pteidium e Gleichenia spp

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Sapo Pingo-de-ouro - Brachycephalus sp